A gotinha que cai lá fora
veio na chuva pr'os vidros molhar.
Escorrendo lentamente pela janela
fazendo minha visão embaçar.
A gota d'água que ontem foi de amor
escorreu pelo mundo à passear,
aos poucos foi evaporando
e a gota de amor nas nuvens agora está.
Lá no céu a gotinha de amor percebeu
quão grande foi sua transformação.
Ela que era visível e sentida
hoje é vapor de saudade entre nuvens de algodão.
A gotinha pede a Deus intensamente
para virar logo chuva e ao seu leito voltar.
E agora sendo ela uma gota renovada,
aguará a semente enterrada pra fazer o amor brotar.
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Um grande beijo ao meu querido amigo, Sócrates. Que amou este poema. Obrigada pelo carinho! :)
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